quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

CRÍTICA: Jumanji, um novo jogo, uma nova aventura


Um filme de ação e muita risada, Jumanji: Bem-vindo a Selva chegou aos cinemas brasileiros na última quinta-feira (4). Com direção de Jake Kasdan, o filme retratada a vida de quatro pessoas que tiveram que conviver juntos por causa de uma confusão particular de cada um. Adolescentes na detenção sempre é um problema e, em Jumanji isso foi além.

Baseado em um livro infantil, de 1982, a primeira representação ganhou o mundo em 1995. Com a história diferente e mais atualizada, a nova adaptação tem ação e muito humor. A tecnologia trouxe para a vida desses quatro jovens experiências inimagináveis e também, novos amigos e novos valores.

É um novo filme, mas sem perder as características do antigo. Uma mudança para atualidade, mas que faz com que os antigos fãs se peguem lembrando do antigo Jumanji.
Existe uma história na cidade, um garoto está desaparecido há 20 anos, e sua casa se transformou em “mal assombrada”. Por causa disso, seu antigo vídeo game vai parar na mão de jovens que não queriam estar na detenção. Escolhendo seus personagens, o jogo começa, mas agora, é preciso vencer para sobreviver.

“É fácil ser corajoso se você tiver uma vida livre. Muito mais difícil se você só tiver uma vida.”

Imagem: My Animes Online
Em uma selva, Spencer, Bethany, Martha e Fridge embarcam na missão de finalmente terminar esse jogo. É preciso passar todas as fases e no final, não se esqueçam de dizer o nome.

“Confie uns nos outros e nunca pisque.”

Eles vão descobrindo várias coisas durante as cenas. Uma delas é o jogador que está preso e não sabe que já se passaram 20 anos desde sua “partida” inesperada.

A missão tem sucesso entre partes. Muitas coisas acontecem, e para acabar com esse jogo é preciso que todo mundo trabalhe junto, e os medos e diferenças do mundo mortal fique para outro momento.

Quem assistiu o antigo, pode gostar do novo. É maravilhoso cada cena retratada. A evolução de cada personagem tanto com eles mesmo, tanto com os parceiros é ainda melhor. Entraram uma coisa, e saíram outra. A detenção deixou marcas em cada um deles.

Apesar da evolução dos personagens, existem os pontos fracos também. O foco acaba se tornando muito no elenco que é retratado na selva, e quando voltam a serem os adolescentes não acaba tendo aquele impacto.

Perto do filme e do que foi retratado, o vilão foi bem fraco. Ele não deu muitos obstáculos para os heróis e não atrapalhou a vida deles, como se é esperado. O filme se passa muito rápido nesse quesito.

Porém, é como dizem, o que importa é o conjunto e, esse conjunto, merece ser lembrado e assisto muitas vezes. 

Resenha disponibilizada no blog Jeny's Things

Assista o trailer 

Publicado por: Jeniffer Barchilhes

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