Oi gente, tudo bem?
Lá vai a primeira resenha do blog, Os 13 Porquês... escolhi justo essa pelo fato da série ter sido lançada ontem, 31 de março, na Netflix. E só pra deixar vocês felizes, logo, logo terá crítica sobre ela hahaha.. Vamos lá!
RESENHA:
Hanna Backer, comete um suicídio… e um ponto de interrogação é o que resta na cabeça das pessoas. O por quê de Hanna se matar?. Eis a questão, ela não queria que todas as pessoas soubessem realmente o motivo de sua morte, ou melhor, os motivos.
Antes de morrer, Hanna passou semanas pensando se era isso mesmo que queria, pensou nas pessoas ao seu redor, em todos os detalhes possíveis, ela analisou exatamente tudo. Até que se decidiu, e seu tempo restante passou gravando áudios em um pequeno gravador de fitas portátil mencionando todas as pessoas que levaram ela cometer esse erro. Treze porquês.
“Quando você faz alguém se sentir ridículo, você tem de assumir a responsabilidade pela ação de outras pessoas que tomam isso como pretexto.” Pág 48
Em todas as fitas, há um nome diferente citado, inclusive Clay. As fitas só podem ser passadas à frente para aqueles que estão nela, como se fosse um segredo. Assim que a pessoa acabar de ler, ela tem que levar a caixa com as fitas e mandar para a próxima pessoa, e assim sucessivamente.
Quando Clay as recebe, acha que é uma brincadeira, até que ele escuta, e fica meio atordoado, porque ele gostava de Hanna. Ele passa por todos os pontos em que ela manda passar, ele fica com ódio de cada nome que ela cita. Mas o maior medo dele, é porque ele está naquela fita, qual o motivo daquilo. E ele descobre.
“Eu estava ali, por você, e você me mandou embora.“
Ele se culpa em partes por não ter salvo a vida dela, por não ter feito nada, ele queria estar com ela a todo custo, ele gostava de Hanna, mas ela havia ido embora, pra sempre!
Minha opinião: Os treze porquês, está aí, um livro que li, que ao invés de ficar feliz como todos os outros que li, me deixou pensativa.
Se o objetivo era esse, sim, era, o autor conseguiu atingir completamente. A cada segundo de leitura, a cada fita tocada, a cada história relatada por Hanna, você não só pensa nas atitudes que levaram ela a fazer o que fez, como pensa na sua vida, no seu mundo, nas muitas vezes, em que somos ingratos, ou acabamos falando coisas “pequenas” que nós achamos que não afetará ninguém, mas para alguém, sim, pode afetar e muito. Palavras ou forma de como falamos, a importância que não demonstramos, dependendo de qual situação. Pois, eu parabenizo muito o autor por nos dar essa chance de refletir sobre nossos atos. O livro realmente é muito bom, um livro que indico para qualquer pessoa. E independente da história triste, é um livro que não conseguimos parar de ler.
P.S: vamos praticar mais a empatia, vamos tentar ser uma luz para outras pessoas.
Espero que tenham gostado, comentem aqui se já leram, se tem interesse em ler… beijos 
P.S2: Essa resenha está disponível no meu blog Maré de Livros...
Por: Stefany Rodrigues





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